15

Jan 2008

O portfólio

Achei digno colocar no ar uma página de portfólio temporária.

Ela ainda não tem muita coisa…

13

Jan 2008

Little Acorns – White Stripes

[When problems overwhelm us
and sadness smothers us,
where do we find the will
and the courage
to countinue?

well the answer may come
in the caring voice of a friend
a chance encounter with a book
or from a personal faith.

for janet, help came from her faith
but it also came from a squirrel.

shortly after her divorce
janet lost her father
then she lost her job
she had mounting money problems
but janet not only survived
she worked her way out of
dispondency
and now she says
life is good again.

how could this happen?
she told me that late
one autumn day
when she was at her lowest,
she watched a squirrel
storing up nuts for the winter
one at a time

he would take them to the nest
and she thought if that squirrel
can take care of himself
with the harsh winter coming on so can i.

once i broke my problems into small pieces
i was able to carry them,
just like those acorns,
one at a time]

Take all your problems
and rip ’em apart

Carry them off
in a shopping cart
and another thing you
should’ve known from
thestart
the problems in
hand
are light than at heart

be like the squirrel, girl
be like the squirrel
give it a whirl, girl
be like the squirrel

and another thing
have to know
in this world
cut up your hair
straighten
your curls

well, your problems
hide in your curls

13

Jan 2008

Edda em Prosa – Prefácio

No tempo sem tempo do inconsciente coletivo, povoado por deuses e deusas, o traçado do destino humano é determinado, não como um enredo inexorável, mas como um mapeamento de possibilidades díspares, um universo de aventuras que se entrecruzam, moldando comportamentos, delineando caminhos, desvendando segredos tecendo, acima de tudo, a riquíssima linguagem dos mitos. Pela primeira vez no Brasil, o tesouro nórdico das narrativas que sempre nos chegaram fragmentadas, através das histórias em quadrinhos da nossa infância, dos desenhos animados da TV, ou das referências, às vezes, distorcidas ou confusas, registradas em livros que tratam do assunto sem a adequada citação das fontes.

Edda em Prosa elucida muitas das dúvidas suscitadas pelo desconhecimento da tradição que nos fala de Odin, Thor, Freya e Loki, das valquírias, das runas e do Valhalla, um encantamento que repercute através da música de Wagner, uma magia que transcende um povo, uma geografia, ou uma religião específica, impregnando de fascínio a fantasia das pessoas que não sabem por que tanto costumam se encantar diante dessa trama e desses personagens, com os quais se identificam, vivendo suas paixões, desafios, vitórias e derrotas, sob a pele aparentemente prosaica do cotidiano. Sim, porque na Edda em Prosa, os deuses morrem, da mesma forma que os homens, característica que influenciou, entre outras, a obra filosófica de Schoppenhauer e de Nietzsche, fato que, por outro lado, a diferencia de outras mitologias.

Rastreando sob uma simbologia que não lhe é tão familiar quanto a da mitologia greco-latina, embora sejam, ambas, ramificações do mesmo tronco, o leitor encontrará nesta leitura empolgante a motivação que o levará à pesquisa em busca da sua própria épica, os “comos” e os “porquês” que orientam um pouco de sua história particular, dimensionada sob as perspectivas da história do Homem, o mais irresistível de todos os textos jamais escritos, porque, nela, o real, o imaginário e o simbólico são apenas os nomes diferenciados de uma mesma vivência, uma e indissolúvel. Edda em Prosa, em sua envolvente e dinâmica tessitura lendária, faz do leitor o que ele sempre foi sem o saber: personagem e narrador de si mesmo.

Conceição Couto Netto

A editora fechou e não se encontra mais o livro em lugar nenhum… O tradutor é Marcelo Magalhães Lima, a editora era Numen e ano 1993.

07

Jan 2008

Dormir?

– Oi, eu quero horas de sono em comprimidos, 500mg.
– A receita por favor.
– Ah… então… você não pode me arrumar sem? Eu preciso muito do sono.
– Sinto muito, não posso vender pra você sem a receita.

=(

04

Jan 2008

A Fênix esperou até hoje.

Eu li um conto do Sphynx hoje a tarde e fiquei pensativo… lembrando da época que eu escrevia mais. Estou com uma biblioteca inteira de idéias na cabeça, um monte de folhas de rascunho e esboços, mais um tanto de contos para serem revisados.

Hoje fiquei pensando durante o caminho pra casa sobre um conto que eu tenho idéia de escrever há muito tempo, sobre bloqueio de escritor… Mas esse nunca chegou nem ao esboço…

Passei o dia com uma dor nas pernas horrível, não sei de onde vem, cheguei em casa com um tempo de chuva (mas não choveu) e tentei sentar no computador pra fazer alguma coisa, mas a dor piorou e eu deitei e coloquei as pernas pro alto… aliviou e tentei voltar aqui. Não deu certo de novo. Estava de novo brigando com meu portfólio (é uma lenda já) e voltei a deitar.

Deitado eu pensei como o corpo da gente é. Ele queria descansar, eu não, e ele me fez deitar e descansar, daí pensar… E fui pensar no esboço de conto mais bem formado, outro que começou no ônibus.

Foi a primeira boa idéia depois de um ano de calmaria ou brisas leves, estava ouvindo pela vigésima vez em três dias, talvez, o novo álbum da Tarja Turunen, a faixa My Little Phoenix… e tive uma inspiração. Mas era só uma característica de um personagem: sem história, sem nada. Era uma personagem pelada.

Eu já tinha a Kalevala. Mas só comecei a ler essa semana (esse personagem já tem um mês no mínimo que fermenta na minha cabeça) e o primeiro capítulo me inspirou, me deu mais peças, me deu a situação.

A dor na perna, o descanço forçado e um banho foram o rejunte.

Sentei e escrevi. E ficou diferente do que costumo fazer, ficou bonito. Mas ainda falta o período de repouso que eu sempre dou aos meus contos antes de espalhar, então, esperem um tempo. Provavelmente eu só o divulgue com o Vento Gelado, o projeto que eu não expliquei ainda.

Bem, basicamente será um site de contos, com divulgações periódicas (não decidi ainda o período: quinzema, semana ou mês). Lançamento previsto para março, se tudo der certo…

02

Jan 2008

Inveja…

Solid ink
from Neil Gaiman’s Journal

02

Jan 2008

O Portfólio

Blah.

Estou cansado e com sono.

E comecei o ano frustado, meu layout de portfólio, que era pra ter lançado dia 31… mas nada funcionava no Internet Explorer (vai inventar de colocar um monte de firula, um navegador desse nível não aceita)… então vou colocar no ar uma versão temporária, mais simples. E vou me dedicar a outros projetos mais urgentes. =)

01

Jan 2008

Heima, Hvarf/Heim, Islândia, Sigur Rós

Eu não sei o que eu faço, o que eu seria capaz de largar… só pra poder ir pra Islândia.

Não sei mesmo… não sei onde pára a minha vontade de ir!

Eu fico tão bobo, tão vidrado, tão mole assistindo qualquer coisa que se passa lá, eu não pisco! E quando é alguma de Sigur Rós eu esqueço do mundo, eu chego a sentir frio, me imaginando lá, mesmo nesses dias de verão daqui.

Acabei de assistir o clipe do Heima, nem sei que vez foi, e… admito… eu não consegui enxergar o fim, o olho enche e eu nem noto. só percebo quando não enxergo mais.

Então, se querem me agradar muito, me dêem o CD novo de SigurRós ou o DVD. Coloquei na minha wishlist os links da Amazon. Mas se vocês não me derem eu vou comprar mês que vem e vocês perdem a oportunidade de me deixarem muito feliz. =)

Eu ainda vou pra lá… vou sim… Se eu morresse agora ia como fantasma antes de ir pra qualquer outro mundo.

E nem é só SigurRós que me vidra lá não. Eu adoro a Björk, The Sugarcubes, Múm, estou ouvindo a trilha do Screaming Masterpiece – 1000 years of Icelandic Popular Music, e estou adorando.

O trailer do Heima:

30

Dec 2007

Faxina

Arrumei os posts em categorias. =)

Bem… ainda é uma arrumação tímida, algumas coisas ficaram um pouco deslocadas. Mas o tempo faz o favor de decidir para onde vão.

Em dia-a-dia as coisas normais da vida, sobre pessoas, filmes, livros, o blog, aventuras no ônibus… essas coisas.

Em inspiração vão meus contos, poesias e outras criações minhas, de momentos inspirados. (aqui eu só separei, não organizei)

Em paganisces as coisas ‘mágicas’ da vida (essa frase ficou tão frufru), bem… da magia de achar o nascer do sol lindo à magia de conjurar mortos-vivos, mas só se eu resolver escrever sobre isso.

Em web design… coisas de web e de design, o nome precisa ficar mais feliz. Tem coisas gráficas lá que não deveriam estar sob ‘web design’, mas depois arrumo.

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